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Ingenieria Portuaria
Engenharia Portuária
Las bahías, ríos y estuarios con aguas abrigadas del oleaje Rotterdam, Hamburgo e Le Havre, na Europa e Rio de Janeiro,
son llamados puertos naturales, y como ejemplo podemos Montevidéu e Santos na América do Sul, para citar um alguns.
nombrar los puertos de Rotterdam, Hamburgo y Le Havre,
en Europa y Rio de Janeiro, Montevideo y Santos en Suda- No entanto, o aumento do volume de carga e do tamanho dos
mérica, para nombrar unos muy pocos. navios levam cada vez mais à necessidade de aprofundar os
portos naturais através de dragagens e construção de portos
No obstante, el incremento del volumen de cargas y ta- de águas abertas, que requerem intervenções de engenharia
maño de buques llevan cada vez más a la necesidad de para abrigar ondas e, claro, dragagens.
profundización por dragado de puertos naturales y de
la construcción de puertos de aguas abiertas, los cuales Veja-se o exemplo do novo Terminal Oceânico da Barra do
necesitan de intervenciones de ingeniería para el abrigo Dande, em Angola, cuja construção foi adjudicada pela OEC
de olas y, por supuesto, de dragado. (do grupo Odebrecht) e pela consultora Beton Stahl, ambas
brasileiras. A Eco Tools Engenharia fez parte da equipe de
Tomemos como ejemplo el nuevo Terminal Oceánico de Ba- projeto, da qual são mostradas algumas etapas.
rra do Dande, en Angola, cuya construcción fue adjudicada
por OEC (del grupo Odebrecht) y la consultora Beton Stahl, O primeiro ponto é conhecer as caraterísticas e extremas das
ambas brasileñas. Eco Tools Engenharia tomó parte del ondas ou ressacas, de modo a projetar obras de abrigo (cais,
equipo de diseño, del cual son mostradas algunas etapas. quebra-mares) capazes de garantir o funcionamento durante
a maior parte do ano (neste caso, 90% foi satisfatório) (A.1 )
El primer punto es conocer el oleaje característico y de
extremo o de tormentas, para así diseñar obras de abrigo A seguir, modela-se o terreno submerso, antes e depois
(muelles, rompeolas) capaces de garantizar operaciones da construção (A.2), da qual fizeram parte atividades de
en la mayor parte del año (en este caso, 90% era satisfac- dragagem.
torio) (A.1)
Em seguida, modela-se a incidência das ondas mais intensas
En seguida se modela el terreno sumergido, antes y des- e avalia-se a capacidade de absorção das obras de abrigo e
pués de la construcción (A.2), de la cual tomaron partes seu impacto na operação. (A.3). Associado a uma modelagem
tareas de dragado. probabilística, avaliações do downtime.
Luego se modela la incidencia de los oleajes más intensos y
se evalúa la capacidad de absorción de las obras de abrigo
y su impacto en la operación. (A.3). Asociado a un modelo
probabilístico se hacen también evaluaciones de downtime.
A.1. Puerto de Barra do Dande, Angola: diseño de las obras de A.2. Modelo digital de terreno (MDT) submergido despues de la A.3. Resultado de modelaje de oleaje de SWy reduccion dentro
abrigo (rompeolas). construcción del rompeolas y profundización por dragado de la zona abrigada
A.1. Porto da Barra do Dande, Angola: projeto das obras de A.2. Modelo digital de terreno (DTM) submerso após a cons- A.3. Resultado e redução da modelagem de ondas de SW
abrigo (quebra-mar). trução do quebra-mar e aprofundamento por dragagem. dentro da zona abrigada.
Cortesía de Beton Stahl y OEC (2022)
“Actualmente las empresas de ingeniería “Atualmente, as empresas de engenharia
utilizan ampliamente el modelaje como utilizam amplamente a modelagem como
herramienta de diseño, los cuales compro- ferramenta de projeto, comprovadamente útil
badamente son útiles para optimizar costos y para otimização de custos e como ferramenta
como herramientas de planificación operativa de planejamento operacional e ambiental,
y ambiental, además de ser más baratos y além de ser mais barata e rápida que os
rápidos que los modelos físicos.” modelos físicos.”
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Revista PROTAGONISTA do Setor de Portos, Logística, Transporte e Comércio Exterior | edição 15 | número 52 do Setor de Portos, Logística, Transporte e Comércio Exterior | edição 15 | número 52
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